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por ermes, em 24.09.11

Uivo

Howl (2010)

 

Termina hoje, nos cinemas São Jorge em Lisboa, a 15ª edição do Festival de Cinema Gay e Lésbico de Lisboa - o Queer Lisboa 15. Desde o dia 16 que por lá têm passado bons filmes, boas curtas mas eu, estúpido como sou, mais uma vez deixei escapar este grande evento. Comigo é sempre assim, não tenho emenda! O festival irá encerrar com o filme Taxi zum Klo que para a semana irá ser a sugestão do Cine Gay. Mas hoje, a página do dia será reservada ao filme que serviu de abertura ao festival e que estreou na passada quinta-feira em exclusivo nos cinemas UCI do El Corte Inglês. Estou a falar é claro do filme Uivo realizado por Rob Epstein e Jeffrey Friedman e que tem como protagonista o actor James Franco.

 

 

[Ver trailer]

 

Felizmente, nem todos os filmes sugeridos pelo Cine Gay são difíceis de encontrar. Neste caso e se fores de Lisboa, podes muito bem ver o filme no cinema, pois foi o que eu fiz. Se entretanto não tiveres como ir ao cinema, então uma busca pela net aposto que resolve o problema.

 

Não tinha grandes expectativas em relação a este filme. Para falar a verdade não tinha mesmo nenhuma e acho que só o vi por ter sido o filme de abertura do festival Queer Lisboa. Achei que por ter tido o mérito de ser o filme de abertura estávamos perante um grande filme mas o filme é mediano. Como não estava a espera de grande coisa, não fiquei desiludido com nada. Até fiquei satisfeito com o que vi. O filme é pequeno e por isso vê-se bem e claro, é sempre bom ver o James Franco a representar que aliás, já não é a primeira vez que interpreta o papel de um homossexual. Ele esteve muito bem no filme e foi bom passar a conhecer esse poema de nome Howl que nunca na minha vida passou-me pela cabeça que existia.

 

Do que se trata este Uivo? Pois bem, em São Francisco, em 1957, uma obra-prima americana foi julgada em tribunal. Uivo é um filme sobre este momento. A história é contada através de três fios condutores que se cruzam: o julgamento; reencenações com o jovem Allen Ginsberg (James Franco); e o poema em si, ilustrado.

 

Eu recomendo que vejam. Não perdem nada. Até ficam culturalmente mais ricos.

 

O Cine Gay regressa no próximo sábado com uma nova sugestão. Até lá, fiquem bem e bom cinema...

 

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